Investigação aponta fraudes em vagas de motoristas e uso irregular de dinheiro público em distrito indígena
O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar possíveis irregularidades na gestão do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Xavante, em Mato Grosso. O caso é conduzido pelo procurador Renan Alexandre Correa de Lima.
A investigação começou após uma denúncia feita em 2025, que foi transformada em inquérito nesta quinta-feira (20). Entre as suspeitas estão fraudes na contratação de motoristas, especialmente no município de Campinápolis, a 504 quilômetros de Cuiabá.
- O MPF apura fraudes em vagas de motoristas na saúde indígena.
- Também há suspeitas de desvio de veículos oficiais e uso indevido de diárias.
- O caso envolve o Distrito Sanitário Especial Indígena Xavante, em Mato Grosso.
- A investigação deve durar um ano, podendo ser prorrogada.
- Nenhum responsável foi apontado até agora.
Investigação em andamento
Também são apurados possíveis desvios de veículos oficiais, uso irregular de diárias, gastos com combustível e contratações suspeitas. O MPF quer saber se houve recebimento de dinheiro indevido por parte de envolvidos.
O caso está sendo analisado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, que cuida de improbidade administrativa.
Próximos passos
A investigação terá vigência inicial de 365 dias corridos, podendo ser prorrogada. O objetivo é reunir provas para esclarecer as suspeitas e definir responsabilidades.
Durante esse período, o MPF poderá coletar documentos e ouvir testemunhas. Até o momento, a portaria não aponta nomes de possíveis responsáveis.

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