O Partido Liberal (PL) definiu os primeiros suplentes das candidatas ao Senado pelo Distrito Federal: o filho de Bia Kicis, Samuel, e o irmão de Michelle Bolsonaro, Diego. Eles podem assumir o mandato se as titulares se afastarem.
O Partido Liberal (PL) escolheu o filho de Bia Kicis e o irmão de Michelle Bolsonaro como primeiros suplentes das candidatas ao Senado no Distrito Federal. Isso mostra o peso das relações familiares na política.
As duas candidatas do PL ao Senado pelo Distrito Federal, Bia Kicis e Michelle Bolsonaro, têm algo em comum: escolheram parentes para serem seus suplentes. Bia escolheu o filho Samuel Kicis de Sordi, e Michelle escolheu o irmão Diego Torres Dourado.
- O primeiro suplente pode assumir o mandato se o titular se afastar.
- No DF, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado.
- Pesquisa mostra Leila Barros na frente, seguida por Michelle, Erika e Bia.
- A escolha por parentes não é comum em outras chapas.
- Diego já trabalhou no governo de São Paulo e em São Caetano do Sul.
Essa escolha chama atenção porque o suplente pode assumir o cargo se o titular se afastar. No DF, duas vagas de senador estarão em disputa em outubro.
Filho de Bia já teve atuação partidária
Samuel Kicis de Sordi, filho de Bia, é engenheiro e já participou da política. Em 2019, quando a mãe presidia o partido PSL no DF, ele foi nomeado tesoureiro-geral, o que gerou críticas.
Agora, sete anos depois, Samuel volta a ter um papel importante na política da mãe, como primeiro suplente.
Irmão de Michelle acumula passagens por governos
Diego Torres Dourado, irmão de Michelle, já trabalhou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e também na prefeitura de São Caetano do Sul, no PL.
A ideia de Diego ser suplente de Michelle já existia desde 2025 e foi confirmada agora.
Michelle declarou ter R$ 4,486 milhões em bens, e Diego, R$ 298 mil. A maior parte do dinheiro de Michelle está em investimentos.
Bia Kicis declarou cerca de R$ 1,33 milhão, e Samuel, R$ 228 mil.
Uma escolha que contrasta com outras chapas
A escolha do PL por parentes é diferente de outras chapas que disputam as duas vagas no DF.
A candidata do PT, Erika Kokay, terá como suplente Giulia Tadini, do PSOL. Isso faz parte da aliança entre partidos.
A senadora Leila Barros, do PDT, tentará a reeleição com Raphael Sodré, da Rede, como suplente.
A diferença mostra como os partidos montam suas chapas. Alguns usam alianças com outros partidos, enquanto o PL colocou parentes próximos das candidatas.
Disputa pelas duas vagas
Na eleição para o Senado no DF, cada eleitor poderá votar em dois candidatos, porque há duas vagas em disputa.
Uma pesquisa de julho mostrou Leila Barros com 40,8% das intenções de voto, Michelle com 37,2%, Erika com 27,2% e Bia com 19,5%.
Os números mostram que a disputa está acirrada, e as duas candidatas do PL estão entre as favoritas.
Com as chapas oficializadas, a estratégia do PL fica clara: Bia e Michelle terão seus familiares como suplentes, marcando a campanha no DF em 2026.



