Uma mulher de 29 anos levou pancadas do ex, que entrou em sua casa escondido na madrugada. A polícia procurou o suspeito, mas ele não foi encontrado. A vítima não teve ferimentos graves.
Uma mulher de 29 anos foi agredida pelo ex-namorado, de 31 anos, na madrugada desta segunda-feira (7), em Rondonópolis, cidade a 218 km de Cuiabá. O caso ocorreu dentro da própria residência da vítima, gerando pânico e necessitando da intervenção da polícia.
De acordo com informações da Polícia Militar, a vítima chegou ao seu lar por volta das 1h20 da manhã. Ao entrar, ela se deparou com o ex-companheiro escondido no interior do imóvel. Assim que percebeu a presença da mulher, o homem começou a agredi-la fisicamente e fugiu do local logo após. Essa conduta representa uma forma grave de violência doméstica, que muitas vezes deixa marcas emocionais profundas além dos físicas.
Principais pontos do caso
- A agressão ocorreu na madrugada de segunda-feira, dia 7, em Rondonópolis.
- O suspeito, ex-namorado da vítima, estava escondido dentro da casa dela.
- A Polícia Militar realizou buscas, mas não localizou o agressor.
- A vítima teve apenas uma unha quebrada, sem ferimentos graves.
- Caso semelhante reforça a necessidade de medidas protetivas imediatas.
Após a ocorrência, a guarnição da Polícia Militar iniciou buscas nas imediações para localizar o agressor. Os policiais também foram até a residência do suspeito, situada no bairro Jardim Santa Clara. No entanto, o homem não foi encontrado em nenhuma dessas abordagens. A situação deixou a vítima em estado de choque, aguardando apoio familiar e policial.
Embora a agressão tenha sido física, os especialistas em psicologia apontam que o impacto emocional desse tipo de invasão e violência pode ser intenso. A vítima relatou ao socorro ter vivido momentos de grande medo. A falta de ferimentos visíveis não diminui a gravidade do crime, que envolve a quebra do direito à segurança e tranquilidade dentro do próprio lar.
Em relação ao estado de saúde, a mulher não apresentava lesões aparentes que exigissem internação. O único sinal físico constatado foi uma unha quebrada, resultado do conflito. Ainda assim, ela foi orientada sobre seus direitos e sobre a necessidade de registrar o boletim de ocorrência para garantir sua segurança jurídica e emocional.

Foto: FolhaMax


