Mulher com tornozeleira eletrônica lava calçada sem sair de casa

Polícia Viralizou 30/07/2026 14:31 G1-MT folhamax.com

Uma moradora de Sorriso, em Mato Grosso, encontrou uma forma criativa de limpar a calçada sem desrespeitar as regras da tornozeleira eletrônica que usa há seis anos por tráfico de drogas. Ela manteve um pé dentro do quintal enquanto esticava o corpo para alcançar a calçada. O vídeo viralizou nas redes sociais.

Um vídeo publicado nas redes sociais por Gleyci Alencar, de 23 anos, moradora de Sorriso, a 420 km de Cuiabá, mostra a estratégia encontrada por ela para limpar a calçada sem ultrapassar o limite imposto pelo uso da tornozeleira eletrônica. Nas imagens, a mulher mantém um dos pés dentro do quintal enquanto estica o corpo para alcançar a área externa da residência.

  • Gleyci usa tornozeleira eletrônica há seis anos por tráfico de drogas.
  • Ela só pode circular dentro do perímetro da casa, até o portão.
  • Para limpar a calçada, ela manteve um pé dentro do quintal e esticou o corpo.
  • O vídeo viralizou e gerou muitos comentários nas redes sociais.
  • Se a tornozeleira for removida ou danificada, a pessoa pode perder benefícios e sofrer sanções.

Segundo ela, o equipamento de monitoramento permite que circule apenas dentro do perímetro da casa, até o portão. Para evitar descumprir a determinação judicial, decidiu fazer a limpeza da calçada sem sair da área autorizada.

A gravação repercutiu nas redes sociais e gerou comentários sobre a forma encontrada para realizar a tarefa sem violar as regras do monitoramento eletrônico.

Ao g1, Gleyci informou que responde há seis anos a um processo por tráfico de drogas.

O que acontece se a tornozeleira eletrônica for retirada

Se a tornozeleira eletrônica for removida, danificada ou parar de transmitir sinal, o sistema de monitoramento emite um alerta e as autoridades são comunicadas. O descumprimento das regras de uso é considerado falta grave e pode resultar na perda de benefícios, como a progressão de regime, saídas temporárias e prisão domiciliar monitorada.

Nos casos em que o equipamento fica sem bateria, o sistema também registra a interrupção do sinal. Se for comprovado que a descarga foi intencional, o monitorado poderá sofrer sanções judiciais.