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Cuiabá (), 16 de maio de 2026

Morre chefe do braço armado do Hamas em ataque de Israel

Mundo Guerra 16/05/2026 16:40 Notícias ao Minuto Brasil noticiasaominuto.com.br

O exército de Israel confirmou que matou Ezzedine al-Haddad, o líder do grupo armado do Hamas em Gaza. Ele era um dos principais responsáveis pelos ataques de 7 de outubro de 2023. A morte aconteceu após um ataque com mísseis a um prédio residencial, causando um grande incêndio. Esta é uma notícia importante sobre o conflito entre Israel e o Hamas.

O exército de Israel e a agência de segurança Shin Bet anunciaram que 'o terrorista Ezzedine al-Haddad foi eliminado'. A informação foi enviada para a agência France-Presse (AFP).

Membros do Hamas também confirmaram a morte do líder para a AFP. Na sexta-feira, o Ministério da Defesa de Israel já tinha dito que havia atacado o líder, mas não confirmou a morte na hora.

  • Quem era ele Ezzedine al-Haddad era o chefe do braço armado do Hamas, as Brigadas al-Qassam, e um dos principais responsáveis pelos ataques de 7 de outubro de 2023.
  • Como foi o ataque Cinco mísseis atingiram um prédio residencial em Gaza, causando um grande incêndio que as equipes de resgate tentaram controlar.
  • Por que agora A operação foi aprovada há cerca de uma semana e meia. Durante esse tempo, o líder do Hamas foi vigiado até os serviços de inteligência terem a localização certa.
  • O que muda Al-Haddad era o último veterano de alto escalão do braço armado do Hamas que ainda estava vivo. A sua morte é um golpe forte para o grupo.
  • E o cessar-fogo O cessar-fogo que começou em 10 de outubro de 2025 está paralisado. Mais de 850 pessoas morreram em Gaza desde então, e as negociações para uma paz duradoura não avançam.

Um alto funcionário de segurança disse ao jornal The Times of Israel que o ataque foi feito 'devido a uma oportunidade operacional com alta probabilidade de eliminação', depois que os serviços de inteligência receberam informações sobre onde ele estava.

De acordo com a agência espanhola EFE, cinco mísseis atingiram um prédio residencial na cidade de Gaza. O ataque provocou um grande incêndio que as equipes da Defesa Civil ainda tentavam controlar.

O contexto da guerra

Al-Haddad era o último integrante de alto escalão e veterano das Brigadas al-Qassam, o braço armado do Hamas, que ainda estava vivo. Mais de 850 pessoas morreram na Faixa de Gaza por causa de bombardeios e operações israelenses desde o início do cessar-fogo, em 10 de outubro de 2025.

A trégua, que foi mediada pelos Estados Unidos, Egito, Catar e Turquia, permitiu a troca de reféns e prisioneiros, a retirada de parte das tropas israelenses e a entrada de ajuda humanitária. Mas ela ainda não avançou para a segunda fase, que prevê uma paz permanente.

As próximas etapas incluem o desarmamento do Hamas e a retirada gradual do exército israelense, que ainda controla mais de 50% da Faixa de Gaza. No entanto, o diálogo está parado há semanas, porque o foco internacional mudou para os conflitos no Irã e no Líbano, que também envolvem Israel.

Nos últimos sete meses, Israel e Hamas trocam acusações de violação do cessar-fogo. Organizações humanitárias dizem que Israel não está deixando entrar a ajuda prometida no território.

O início de tudo

A guerra começou com os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, no sul de Israel. Cerca de 1.200 pessoas morreram e 251 foram sequestradas.

Em resposta, Israel lançou uma operação militar em grande escala em Gaza, que já causou mais de 72 mil mortes, segundo as autoridades locais controladas pelo Hamas. Além disso, a guerra causou um desastre humanitário, destruiu quase toda a infraestrutura do território e forçou centenas de milhares de pessoas a deixarem suas casas.