Crianças que comeram veneno de rato em escola recebem alta em Cuiabá

Cidades Saúde 14/08/2026 17:01 Cleto Kipper, TV Centro América g1.globo.com

Sete crianças de cerca de sete anos foram internadas após ingerir uma substância que seria veneno de rato na Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, em Cuiabá. Todas receberam alta e já estão em casa. Os exames não mostraram alterações na saúde delas.

As sete crianças, de aproximadamente sete anos, que foram levadas para atendimento médico após ingerirem uma substância que seria veneno de rato receberam alta e já estão em casa. O caso aconteceu na segunda-feira (10), na Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, em Cuiabá.

  • As 7 crianças de Cuiabá que ingeriram suposto veneno de rato receberam alta médica.
  • Um dos alunos levou 4 sachês da substância rosa para a escola e os distribuiu.
  • Exames de saúde de 6 das crianças não apresentaram alterações.
  • A criança que levou o material teve sonolência e desorientação, mas está fora de perigo.
  • A Polícia Civil investiga as circunstâncias da ingestão.

Atendimento médico

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, os exames realizados nas crianças não apresentaram alterações. Após o atendimento e o período de observação médica, os alunos foram liberados.

Como aconteceu

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, um dos alunos teria levado a substância para a escola e distribuído aos colegas. Com uma das crianças, foram encontrados quatro sachês de veneno de rato na cor rosa, sendo um deles aberto.

Inicialmente, seis crianças foram encaminhadas ao Centro Médico Infantil (CMI), onde permaneceram em observação e acompanhamento médico. A sétima criança, apontada como a que teria levado o material para a escola, passou primeiro pela UPA Morada do Ouro e depois foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) para acompanhamento especializado e monitoramento toxicológico.

De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria Municipal de Educação, essa criança apresentou sonolência e desorientação, mas estava fora de perigo.

Investigação

A Polícia Civil investiga o caso. As circunstâncias em que as crianças tiveram contato e ingeriram a substância ainda são apuradas.