O governo de São Paulo confirmou nesta sexta-feira (15) que o consórcio MEZ-RZK Novo Centro venceu o leilão para construir e administrar o Novo Centro Administrativo Campos Elíseos, um grande complexo que vai reunir cerca de 22 mil servidores públicos em um único lugar, no centro da capital. O projeto deve receber investimentos de R$ 6 bilhões e agora segue para a assinatura do contrato.
O governo de São Paulo confirmou nesta sexta-feira (15) que o consórcio MEZ-RZK Novo Centro venceu a disputa para construir o Novo Centro Administrativo Campos Elíseos. O leilão aconteceu no dia 26 de fevereiro, na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Agora, o governo analisou todo o processo e deu o ok oficial para o vencedor.
- O novo centro vai receber R$ 6 bilhões em investimentos.
- Ele vai reunir cerca de 22 mil funcionários públicos em um só lugar.
- Hoje, esses servidores estão espalhados em quase 40 endereços diferentes pela cidade.
- O objetivo é economizar dinheiro e ajudar a melhorar a região central de São Paulo.
- A empresa vencedora vai cuidar da construção e da administração do complexo.
Depois da confirmação, o próximo passo é a adjudicação, que é a etapa que formaliza a escolha do consórcio. Depois disso, será assinado o contrato entre o governo e a empresa. Esse documento vai definir tudo o que cada parte precisa fazer, como as regras de funcionamento e a fiscalização do serviço.
Próxima etapa prevê assinatura do contrato de concessão
Guilherme Afif Domingos, secretário de Projetos Estratégicos do Estado de São Paulo, explicou que essa fase é muito importante para dar segurança jurídica ao projeto. "Depois da escolha do vencedor, é preciso cumprir as etapas de homologação e adjudicação antes de assinar o contrato. Isso garante que tudo está dentro da lei", disse ele.
Projeto faz parte de um programa de parcerias do estado
O Novo Centro Administrativo foi criado dentro do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Estado, que é coordenado pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI). O projeto segue as regras do programa de concessões do governo, o que dá mais segurança e previsibilidade para a obra. Quem vai fiscalizar o contrato é a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp).
Complexo vai reunir servidores e melhorar o centro da cidade
O novo centro vai juntar cerca de 22 mil servidores que hoje trabalham em quase 40 lugares diferentes na capital. Isso vai ajudar a reduzir os custos do governo e também vai fortalecer a ideia de melhorar a região central de São Paulo, preservando prédios históricos e incentivando mais pessoas a frequentar a área.


Imagem mostra como deve ficar o novo centro administrativo. Foto: Governo de São Paulo/Divulgação





