Sem unanimidade, era Mano já soma 12 goleiros convocados para a seleção brasileira

Há quem diga que o goleiro é um cargo de confiança do treinador. Ser o melhor não basta, precisa passar segurança para o chefe. Em pouco mais de dois anos à frente da seleção, Mano Menezes ainda não encontrou o seu camisa 1. Com Cássio, novidade na lista divulgada na última quinta-feira, o técnico já chamou 12 nomes diferentes desde que assumiu a função.

Quando assumiu, Mano escalou Victor, hoje no Atlético-MG, como titular. O então goleiro do Grêmio ficou quatro jogos no time. Depois, deu lugar para Julio Cesar.

Onipresente na era Dunga, o goleiro da Internazionale assumiu o posto antes da Copa América, a primeira competição oficial do atual treinador. Em queda na Itália, Julio Cesar não foi bem, falhou em alguns jogos e deixou de ser chamado para os amistosos antes das Olimpíadas.

Jefferson e Diego Alves, presentes na última lista, também tiveram suas chances. Para os Jogos de Londres, entretanto, Mano Menezes não quis gastar uma das três vagas para maiores de 23 anos com goleiros e apostou em Rafael.

O santista acabou se machucando durante os treinamentos e foi substituído por Neto, que foi trocado depois por Gabriel. O goleiro do Milan segurou a vaga até o amistoso contra a Suécia, mas não foi chamado para os amistosos de setembro.

“Não temos uma unanimidade na posição, mas temos ótimos goleiros. Tenho a certeza de que vão se comportar como goleiros de Copa do Mundo. Conheço o Cássio e trabalhamos jnuntos no Grêmio há alguns anos. Está entre os nomes que gostaria de ter na seleção. Mas tenho plena confiança também no Jefferson e no Diego”, admitiu Mano Menezes, na última quinta-feira, após a divulgação da lista de convocados.

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