Nobre e Kleina vivem noite de alívio no Palmeiras com assédio no Pacaembu

O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, segurou Gilson Kleina no comando do time contrariando o desejo de vários aliados após a derrota para o Mirassol por 6 a 2. Duas semanas depois, os dois colheram os frutos da atitude com uma noite de glória. O alviverde venceu o Libertad por 1 a 0 no Pacaembu e garantiu de forma antecipada uma vaga para as oitavas de final da Libertadores. Nobre e Kleina viveram uma noite de alívio, foram assediados no estádio e extravasaram.

“É sangue na veia”, desabafou o presidente ao acompanhar os jogadores na saída dos vestiários no Pacaembu.

“Tive um respaldo grande da diretoria aqui e é momento de comemorar. Deixamos uma nação feliz. Agora é dar continuidade ao nosso trabalho que alcançaremos nossos objetivos. Daqui a pouco pode pintar uma conquista maior”, destacou Kleina.

O presidente do Palmeiras assistiu ao confronto em um camarote no estádio e teve o nome gritado por torcedores presentes nas sociais minutos antes do fim da partida. Ao sair do local se deparou com diversos admiradores que lutaram por uma foto a seu lado.

O presidente foi tratado como ídolo palmeirense e atendeu os torcedores com calma. Na saída do estádio teve o nome gritado novamente por um grupo e agradeceu com linguajar popular. “É ‘nóis’, gritou o presidente.

Já o assédio a Gilson Kleina foi familiar. O treinador teve a entrevista de pós-jogo acompanhada pela esposa e a filha Eloá, de 4 anos, que correu para o abraçar ao fim da coletiva.

“A gente fica longe da família, e eu ganhei essa surpresa dela vir assistir. Fico feliz que ela conseguiu ver a vitória. E esta foi uma das noites mais felizes desde que eu cheguei ao Palmeiras”, ressaltou Kleina.

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