Jejum de 18 anos aumenta pressão sobre seleção argentina

1925746 1878 atm14 300x224 Jejum de 18 anos aumenta pressão sobre seleção argentinaPelas ruas largas de Buenos Aires, o pensamento é um só: a Argentina precisa, a qualquer custo, ganhar a Copa América que começa nesta sexta-feira. Qualquer outro resultado é considerado um vexame. Se não vencer o torneio disputado em casa, a seleção do país vizinho entrará no maior jejum de títulos da sua história.

O último campeonato vencido pela seleção principal da Argentina foi em 1993, também uma Copa América. Já se vão 18 anos de expectativas, boas campanhas, times de craques, mas derrotas em momentos decisivos. Se não vencer desta vez, a equipe só competirá de novo em 2014, completando 21 anos sem títulos. Seria o maior jejum da história da equipe, que jé ficou 19 anos sem conquistas, no período entre 1959 e 1978.

O país conseguiu medalhas de ouro nas olímpiadas de 2004 e 2008, mas isso não satisfaz os torcedores, nem a imprensa. “Não há como negar a pressão. Mas estamos controlando bem isso”, disse Carlos Tevez durante o período de preparação para o torneio.

Nos treinamentos da Argentina é fácil de perceber a tensão. Foco total, treinos fechados e irritação com as perguntas sobre o favoritismo do time. O técnico Sergio Batista desconversa, mas sabe como ninguém que sua continuidade no cargo depende desse título.

Mais do que uma faixa de campeão, vencer o torneio significa para os argentinos o início de uma redenção. O país que tem o melhor jogador do mundo, Lionel Messi, vê o futebol local descendo ladeira abaixo. Bons jogadores não ficam mais na terra de Maradona. Na atual seleção, apenas o goleiro Carrizo joga no país. Em 1993, na conquista da Copa América, 15 dos 23 atletas defendiam clubes locais.

Pouca euforia pelas ruas
A desconfiança dos argentinos com a seleção da casa se reflete nas ruas de Buenos Aires. Às vésperas do início do torneio, é raro achar alguém de azul e branco.

Uma bandeirinha aqui, outra acolá, mas sem empolgação. Nada perto do que é visto nas cidades brasileiras durante uma Copa do Mundo, por exemplo. As lojas da Rua Florida, uma das mais movimentadas da capital argentina, já enfeitaram as vitrines com camisetas de Messi e Tevez, mas a procura é baixa.

“Não somos simplesmente favoritos para esta Copa América. É vencer ou vencer. Esses jogadores não têm direito de perder”, disse o bancário Juan Martinez Luz, 47 anos, após comprar uma camiseta número 10 para presentear o filho.

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