Com cinco gols, Neymar ‘enterra’ fama de rebelde e vira ‘artilheiro carrasco’ de Dorival

Neymar conseguiu superar a fama de rebelde adquirida após xingar o técnico Dorival Júnior há cerca de um ano e meio. O palavrão que culminou na demissão do então comandante do Santos foi esquecido pelos dois envolvidos na polêmica. Entretanto, o craque santista não deixa de aprontar contra o treinador. Como adversário de Dorival, o atacante já marcou cinco gols em três jogos.

Três gols foram marcados somente na vitória do Santos contra o Internacional por 3 a 1 na última quarta-feira, na Vila Belmiro, em jogo válido pela 2ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América. Se não bastasse, marcou dois golaços na partida, um deles pode ser considerado de placa.

Após abrir o marcador em cobrança de pênalti, Neymar fez o segundo gol da partida em jogada individual. O craque arrancou do meio de campo, driblou três adversários e tocou com classe na saída do goleiro Muriel. O terceiro gol foi parecido, o atleta avançou da intermediária, driblou dois zagueiros em velocidade e voltou a finalizar na saída do goleiro.

Além dos golaços contra o Inter, Neymar já havia balançado as redes contra uma equipe de Dorival Júnior. Na partida entre Atlético-MG e Santos, válida pelo Campeonato Brasileiro de 2010, os holofotes estavam voltados para o reencontro do craque com Dorival, que comandava o time mineiro na ocasião. O protagonista da confusão não se intimidou e marcou os dois gols da equipe santista no empate por 2 a 2.

No entanto, os gols foram mais modestos e não tiveram o encanto dos golaços marcados contra o Inter. No primeiro gol contra Dorival após a polêmica, Neymar, sem marcação, chutou de fora da área no canto esquerdo do goleiro e abriu o placar. O santista foi o responsável de fechar o marcador e empatar o jogo após pegar o rebote do goleiro dentro da área.

O único jogo que Neymar não marcou gols contra os times de Dorival após a briga, aconteceu no empate entre Internacional e Santos por 3 a 3, em Porto Alegre, pelo Brasileirão do ano passado. O camisa 11 jogou mais recuado e atuou como uma espécie de armador para Alan Kardec e Borges, que fizeram os gols da reação santista – o time perdia por 3 a 0 até os 31 minutos do segundo tempo.

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