Caminhoneiro encerra protesto, mas ainda falta combustível em SP

Mesmo com o fim da paralisação de caminhoneiros, postos da região metropolitana de São Paulo devem continuar com falta de combustível nos próximos dias. Os sindicatos afirmam que a normalização do abastecimento pode demorar até dez dias.

A categoria queria que a Prefeitura de São Paulo liberasse o tráfego de caminhões na marginal Tietê a qualquer hora do dia temporariamente, mas o pedido não foi acatado. De acordo com os sindicatos, isso poderia reduzir o tempo de normalização do abastecimento para cerca de três dias.

O protesto dos caminhoneiros ocorreu devido ao início das multas, na segunda-feira (5), aos caminhões que trafegarem na marginal Tietê entre as 5h e as 9h e entre as 17h e as 22h, de segunda a sexta-feira, e das 10h às 14h aos sábados. A multa é de R$ 85,13 e acarretará acréscimo de quatro pontos na habilitação.

Os caminhões que saem das bases de distribuição de combustíveis ainda contam com a escolta da Polícia Militar. O retorno ao trabalho aconteceu após decisão da Justiça que determinou ontem a retomada da distribuição de combustível. A multa diária pelo descumprimento da decisão é de R$ 1 milhão.

PRISÕES

Com o desabastecimento de diversos postos, estabelecimentos que ainda tinham o produto aproveitaram para subir os preços ontem. Em um posto em Santana, zona norte, o valor da gasolina comum passou de R$ 2,79 o litro para R$ 4,49. A gasolina aditivada chegou a R$ 4,99.

Os gerentes de nove postos de combustíveis foram presos em São Paulo sob suspeita de estarem vendendo álcool e gasolina a um preço muito acima do praticado anteriormente.

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